O GRANDE MILAGRE DE LANCIANO:
Lanciano era uma pequena cidade italiana a 200 Km a Sudeste de Roma e a quatro da autoestrada Pescara-Bari. Foi aí que no século VIII, ou seja há 1200 anos (quatrocentos anos antes da independência de Portugal), teve lugar um extraordinário milagre eucarístio.
Na Igreja de São Legonziano, durante a celebração da Santa Missa, um monge basiliano daquele convento começou a duvidar se a hóstia estaria verdadeiramente o Corpo de Cristo e no cálix o seu Sangue. Foi então que se realizou o milagre. A hóstia grande tornou-se repentinamente Carne e o vinho consagrado mudou-se em verdadeiro Sangue. Oiçamos o relato deste prodígio por Sebastião de Rinalde em 1631:
"Na nossa cidade, pelo ano de 700 havia um mosteiro de São Legonciano, onde viviam os Frades de São Basílio, hoje convento de São Francisco.Um monge pouco firme na sua fé, mas versado nas ciências do mundo e ignorante nas de Deus, duvidava dia após dia de que na Hóstia Consagrada estivesse presente o verdadeiro Corpo de Cristo e no vinho o seu verdadeiro Sangue.
Não sendo abandonado pela graça divina da oração contínua, pedia sem desfalecimento ao Senhor que lhe tirasse do coração esta ferida que afligia a sua alma. O bom Deus, Pai de misericórdia e de toda a consolação, dignou-se tirá-lo desta escura treva, dando-lhe a mesma graça que concedeu ao apostolo Tomé.
Certa manhã, no meio do Sacrifício Eucarístico, depois de ter pronunciado as palavras Santíssimas da Consagração, enquanto se encontrava mais que nunca submerso no seu antigo erro viu o pão mudado em Carne e o Vinho em Sangue. Horrorizado e confuso perante tão grande milagre permaneceu muito tempo como que transportado em êxtase. Finalmente o terror deu lugar à alegria espiritual que invadia a sua alma. Com o rosto radiante, mas banhado em lágrimas, voltou-se para os fieis que o rodeavam e disse: Ó felizes assistentes, a quem Deus bendito, para confundir a minha incredulidade quis revelar-se neste Sacramento Santíssimo e tornar-se visível aos nossos olhos!
Vinde irmãos, e vede o nosso Deus que se fez semelhante a nós. Esta é a Carne e o Sangue de Nosso muito amado SENHOR JESUS.
No dia 13 de Abril de 1713, as preciosas relíquias foram encerradas numa custódia de prata dourada, na parte superior, entre dois cristais, está a hóstia de Carne. Na inferior as cinco gotas de sangue coagulado,numa espécie de copo de cristal.
Dos lados, dois anjos seguram duas fitas de oiro, onde se lêem estas palavras em latim: Tantum Ergo Sacramentum veneremur cernui = inclinados profundamente, veneremos tão grande Sacramento. A custódia está exposta no altar-mor da igreja onde continuamente os fiéis vêm adorar o Senhor sacramentado. Em 1904 fundou-se a Associação da Adoração Diária, para prestar o devido culto ao Sagrado Milagre.
quinta-feira, 10 de outubro de 2019
domingo, 29 de setembro de 2019
OS TRÊS ANJOS ARCANJOS
São Miguel em hebreu significa" Quem como Deus" e é um dos principais anjos. Seu nome era o grito de guerra dos anjos bons na batalha combatida no céu contra o inimigo e seus seguidores.
Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. É chamado pelo profeta Daniel, no Antigo Testamento, de príncipe protector dos judeus. No novo Testamento, é citado na carta de São Judas e no Livro do Apocalipse. Aparece como protector dos filhos de Deus e de Sua Igreja.
São Gabriel significa "Fortaleza de Deus" .Teve a missão muito importante
de anunciar a Nossa Senhora que ela seria a Mãe do Salvador.
Segundo (IX,21), foi Gabriel quem anunciou o tempo da vinda do Messias, quem apareceu a Zacarias " estando de pé à direita do altar do incenso"(Lc 1, 10-19), para lhe dar a conhecer o futuro nascimento do precursor; e finalmente, o arcanjo como embaixador de Deus, foi enviado a Maria, em Nazaré para proclamar o mistério da Encarnação. É ele o portador de uma das orações mais populares e queridas do cristianismo, a Avé Maria.
São Rafael quer dizer "Medicina de Deus " ou Deus obrou a saúde." É o arcanjo amigo dos caminhantes, médico dos doentes, auxílio dos perseguidos.
No Livro de Tobias é narrado o momento que quando Tobit, pai de Tobias e homem de grande caridade,passou pela provação da cegueira e todos lhe questionavam a fé, juntamente quando Sara era atormentada por um demónio que matava seus maridos nas núpcias. Então, ambos rezavam a Deus e foram ouvidos; e foi Rafael que foi enviado para lhes prestar socorro.
São Rafael tomou a forma humana, fez-se chamar Azarias e acompanhou Tobias em sua viagem, ajudando-o em suas dificuldades, guiando-o por todo caminho e auxiliado-o a encontrar uma esposa da mesma linhagem. Então, o Arcanjo explicou ao jovem Tobias que poderia se casar com Sara sem perigo algum.
E por fim, ao retornarem esclareceu como ele poderia curar o pai da cegueira. No livro de Tobias o próprio arcanjo se descreve "como um dos sete que estão na presença do Senhor.
São Miguel em hebreu significa" Quem como Deus" e é um dos principais anjos. Seu nome era o grito de guerra dos anjos bons na batalha combatida no céu contra o inimigo e seus seguidores.
Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. É chamado pelo profeta Daniel, no Antigo Testamento, de príncipe protector dos judeus. No novo Testamento, é citado na carta de São Judas e no Livro do Apocalipse. Aparece como protector dos filhos de Deus e de Sua Igreja.
São Gabriel significa "Fortaleza de Deus" .Teve a missão muito importante
de anunciar a Nossa Senhora que ela seria a Mãe do Salvador.
Segundo (IX,21), foi Gabriel quem anunciou o tempo da vinda do Messias, quem apareceu a Zacarias " estando de pé à direita do altar do incenso"(Lc 1, 10-19), para lhe dar a conhecer o futuro nascimento do precursor; e finalmente, o arcanjo como embaixador de Deus, foi enviado a Maria, em Nazaré para proclamar o mistério da Encarnação. É ele o portador de uma das orações mais populares e queridas do cristianismo, a Avé Maria.
São Rafael quer dizer "Medicina de Deus " ou Deus obrou a saúde." É o arcanjo amigo dos caminhantes, médico dos doentes, auxílio dos perseguidos.
No Livro de Tobias é narrado o momento que quando Tobit, pai de Tobias e homem de grande caridade,passou pela provação da cegueira e todos lhe questionavam a fé, juntamente quando Sara era atormentada por um demónio que matava seus maridos nas núpcias. Então, ambos rezavam a Deus e foram ouvidos; e foi Rafael que foi enviado para lhes prestar socorro.
São Rafael tomou a forma humana, fez-se chamar Azarias e acompanhou Tobias em sua viagem, ajudando-o em suas dificuldades, guiando-o por todo caminho e auxiliado-o a encontrar uma esposa da mesma linhagem. Então, o Arcanjo explicou ao jovem Tobias que poderia se casar com Sara sem perigo algum.
E por fim, ao retornarem esclareceu como ele poderia curar o pai da cegueira. No livro de Tobias o próprio arcanjo se descreve "como um dos sete que estão na presença do Senhor.
terça-feira, 20 de agosto de 2019
HISTÓRIA DA PROCLAMAÇÃO DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA
A proclamação da Assunção de Maria, não é considerada muito antiga. Mesmo assim, a Assunção já era aceite pelos cristãos desde o tempo dos Apóstolos. No século XIV, em Portugal,um facto notável aumentou a fé a Nossa Senhora da Assunção.
Dias antes da festa de 1385, os Castelhanos, com a intenção de tomarem o poder, realizaram uma invasão a Portugal para impedir que o Mestre de Avis, que viria a ser Dom João I, fosse o sucessor do Rei Dom Fernando, que teve uma morte prematura e não deixou um herdeiro para o trono. O Reino invasor, desejando conquistar Portugal, já tinha atravessado a fronteira quando Dom João implorou a protação da Virgem Maria e prometeu construir um imponente Templo em homenagem a Maria, caso os Portugueses obtivessem sucesso na Batalha.
Nossa Senhora atendeu seu pedido,
e Portugal foi salvo.
Dom João I demonstrando sua gratidão, mandou que todas as Catedrais de Portugal fossem consagradas a Nossa Senhora da Assunção, ordenando também que fosse construído o Convento da Batalha.
A proclamação da Assunção de Maria, não é considerada muito antiga. Mesmo assim, a Assunção já era aceite pelos cristãos desde o tempo dos Apóstolos. No século XIV, em Portugal,um facto notável aumentou a fé a Nossa Senhora da Assunção.
Dias antes da festa de 1385, os Castelhanos, com a intenção de tomarem o poder, realizaram uma invasão a Portugal para impedir que o Mestre de Avis, que viria a ser Dom João I, fosse o sucessor do Rei Dom Fernando, que teve uma morte prematura e não deixou um herdeiro para o trono. O Reino invasor, desejando conquistar Portugal, já tinha atravessado a fronteira quando Dom João implorou a protação da Virgem Maria e prometeu construir um imponente Templo em homenagem a Maria, caso os Portugueses obtivessem sucesso na Batalha.
Nossa Senhora atendeu seu pedido,
e Portugal foi salvo.
Dom João I demonstrando sua gratidão, mandou que todas as Catedrais de Portugal fossem consagradas a Nossa Senhora da Assunção, ordenando também que fosse construído o Convento da Batalha.
sexta-feira, 26 de julho de 2019
O QUE ESTAMOS A FAZER AOS NOSSOS AVÓS?
Merendava eu numa confeitaria, quando o empregado me confidenciou que tudo fora liquidado por uma senhora, que se encontrava no fundo do salão. Estupefacto ergui-me para ver quem era a senhora para lhe agradecer a generosidade, quando uma velhinha se dirigiu até mim.
Era uma antiga colega de trabalho. No curto diálogo que travei, fiquei a conhecer que ficara viúva.
Vivera meses de solidão, rodeada de tristes recordações.
Contaram-lhe que existiam religiosas que acolhiam idosas, cobrando parte da pensão. Procurou e acabou por entrar numa dessas casas. Estava feliz. Tão feliz, que praticamente era uma delas.
Não que as irmãs a incentivasse mas sentia-se bem em participar em todas as devoções que faziam.
Mas nem todos os idosos têm igual sorte: ou porque a pensão é muito baixa, ou porque não têm outro remédio senão entrar num lar de fraca qualidade.
Uma senhora viúva que, vendo-se sem o carinho dos filhos, resolveu ir para uma residencial.Passado algum tempo, « comprou» o quarto, tendo para isso, vendido o apartamento em que vivia.
Decorridos meses, verificou que se tinha enganado. Não gostou do convívio, da comida, nem da forma como a tratavam.
Decidiu sair; mas não lhe devolveram o dinheiro. Rapidamente verificou que perdera tudo o que possuía. Alugou então, um pequeno apartamento mobilado e está agora em pior circunstâncias,
do que antes.
Escolher um lar não é tarefa fácil, tanto mais que a maioria não tem possibilidade de voltar atrás, já que praticamente entrega tudo que tem à administração, ficando à mercê desta.
Para que assim não aconteça seria vantajoso, haver a possibilidade de transferência de residencial, sem despesa para o utente. Seria bom que as ordens religiosas que possuem grandes espaços, abrissem a troco de módicas quantias, as instalações a idosos. Seria rendimento para a Casa e uma obra de caridade. Outrora os avós eram figuras estimadas, imprescindíveis para a felicidade dos netos. Actualmente, ou por falta de espaço ou falta de tempo, os filhos atiram os pais para lares e residências, como eufemisticamente se apelidam os antigos asilos.
Receio que chegará o tempo em que a sociedade incentivará a eutanásia, para se livrar dos idosos de baixos recursos, do mesmo jeito que hoje matam o nascituro, porque os pais não podem cuidar dele e o Estado não quer encargos com sua educação.
Merendava eu numa confeitaria, quando o empregado me confidenciou que tudo fora liquidado por uma senhora, que se encontrava no fundo do salão. Estupefacto ergui-me para ver quem era a senhora para lhe agradecer a generosidade, quando uma velhinha se dirigiu até mim.
Era uma antiga colega de trabalho. No curto diálogo que travei, fiquei a conhecer que ficara viúva.
Vivera meses de solidão, rodeada de tristes recordações.
Contaram-lhe que existiam religiosas que acolhiam idosas, cobrando parte da pensão. Procurou e acabou por entrar numa dessas casas. Estava feliz. Tão feliz, que praticamente era uma delas.
Não que as irmãs a incentivasse mas sentia-se bem em participar em todas as devoções que faziam.
Mas nem todos os idosos têm igual sorte: ou porque a pensão é muito baixa, ou porque não têm outro remédio senão entrar num lar de fraca qualidade.
Uma senhora viúva que, vendo-se sem o carinho dos filhos, resolveu ir para uma residencial.Passado algum tempo, « comprou» o quarto, tendo para isso, vendido o apartamento em que vivia.
Decorridos meses, verificou que se tinha enganado. Não gostou do convívio, da comida, nem da forma como a tratavam.
Decidiu sair; mas não lhe devolveram o dinheiro. Rapidamente verificou que perdera tudo o que possuía. Alugou então, um pequeno apartamento mobilado e está agora em pior circunstâncias,
do que antes.
Escolher um lar não é tarefa fácil, tanto mais que a maioria não tem possibilidade de voltar atrás, já que praticamente entrega tudo que tem à administração, ficando à mercê desta.
Para que assim não aconteça seria vantajoso, haver a possibilidade de transferência de residencial, sem despesa para o utente. Seria bom que as ordens religiosas que possuem grandes espaços, abrissem a troco de módicas quantias, as instalações a idosos. Seria rendimento para a Casa e uma obra de caridade. Outrora os avós eram figuras estimadas, imprescindíveis para a felicidade dos netos. Actualmente, ou por falta de espaço ou falta de tempo, os filhos atiram os pais para lares e residências, como eufemisticamente se apelidam os antigos asilos.
Receio que chegará o tempo em que a sociedade incentivará a eutanásia, para se livrar dos idosos de baixos recursos, do mesmo jeito que hoje matam o nascituro, porque os pais não podem cuidar dele e o Estado não quer encargos com sua educação.
segunda-feira, 17 de junho de 2019
«DIALOGAR COM NOSSO PAI DO CÉU»
Aqui me tens Senhor, a desabafar conTigo!
preciso que me ouças, preciso de Te ouvir.
Todo me parece distante, tudo me parece estranho;,
não consigo compreender-me,não sou capaz de me aceitar.
Sinto-me só e vazio,afogado em dúvidas e incertezas.
Perdi a força de lutar, a alegria de caminhar, a coragem de vencer.
Acalma senhor, a tempestade, desperta Senhor em mim a esperança, abre-me a um novo dia.
Ajuda-me a acreditar que neste momento difícil,Tu estás
presente e me acompanhas.
Nas Tuas mãos me abandono,entrego-me à Tua fidelidade.
Na Tua Palavra lançarei as redes...
E amanhã... encontrarei a paz e alegria, a luz e a coragem.
Começarei então nova etapa ConTigo a meu lado!
domingo, 26 de maio de 2019
terça-feira, 22 de janeiro de 2019
SÃO SEBASTIÃO DEFENSOR DA IGREJA
São Sebastião confessor daqueles que eram presos, nasceu em Narbone; os pais eram oriundos de Milão na Itália, no século terceiro. Recebeu a graça do Santo Batismo e zelou por ele em relação à sua vida de cristão.
Ao entrar para o serviço do Império como soldado, não demorou muito tempo, a tornar-se o primeiro Capitão da guarda do Império. Sebastião grande homem de Deus, ficou conhecido por ser um cristão exemplar, pois sem que as autoridades soubessem nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos, porque o imperador adorava os deuses, Enquanto os cristãos adoravam as três pessoas da Santíssima Trindade. Esse mistério levava-o a consolar os cristãos perseguidos que eram presos de maneira secreta mas muito sábia.
São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à sua própria vida.
Sempre teve o desejo de se tornar mártir para agradar a Deus. Um dia foi denunciado e o Imperador mandou chamar para lhe dizer que estava muito decepcionado com atitude dele, e que se sentia traído. Mas São Sebastião defensor da verdade no amor apaixonado a Deus, e com a sabedoria do Espírito Santo,disse que o melhor para o Império era denunciar o paganismo e a injustiça. O Imperador com o coração fechado, mandou-o prender a um tronco de uma árvore e recomendou que lhe atirassem muitas flechas sobre o corpo dele até ao o matar. Entretanto uma mulher de um mártir conheceu-o, aproximou-se dele, e percebeu que ainda estava vivo. Ela tratou-lhe as feridas. Quando recuperou apresentou-se ao Imperador pois queria o seu bem e de todo o Império.Evangelizou , testemunhou, mas dessa vez no ano 288, foi duramente martirizado até à morte.
SÃO SEBASTIÃO ROGAI POR TODOS OS MÁRTIRES DE TODO O MUNDO AMÉM.
sábado, 8 de dezembro de 2018
COMO SE TORNOU NOSSA SENHORA A VERDADEIRA SOBERANA DE PORTUGAL
Desde o nosso primeiro Rei D. Afonso Henriques- um grande devoto de Nossa Senhora e que fez várias concessões a Santa Maria Bracarense, como tributo pela ajuda concedida na manutenção do seu território, engrandecimento pela Catedral de Braga elevando-a à categoria de templo nacional passando deste modo, Santa Maria de Braga a Padroeira do Território Portucalense que todos os Reis da I. dinastia praticaram o seu culto, agradecendo-lhe o auxilio prestado para a manutenção da independência do novo reino.
D. Nuno Alvares, Condestável do reino por ser devoto da Virgem Santa Maria, que respondeu às suas preces em Valverde, mandou construir a igreja de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa,e encomendou para o efeito em Inglaterra, a imagem de Nossa Senhora da Conceição.
Quando ingressa no Convento do Carmo em Lisboa como irmão leigo, usa apenas o nome de Frei Nuno Alvares Pereira de Santa Maria.
Mas foi após a Restauração de 1640, com D João IV, que se verifica um grande impulso na devoção à Nossa Senhora da Conceição, por todo o País. No dia 8 de Dezembro Frei João de São Bernadino, ao pregar na Capela Real de Lisboa na presença do Duque de Bragança,termina o sermão com uma solene promessa: Seja assim Senhora, seja assim; eu vos prometo em nome de todo o Reino, que ele agradecido levante um Trepheo a Vossa Imaculada Conceição que vencendo os séculos, seja eterno monumento da Restauração de Portugal.
Em 25 de Março de 1646, o Rei D. João IV organizou uma cerimónia solene, em Vila Viçosa, para agradecer a Nossa Senhora a Restauração da independência em relação a Espanha. Foi até à igreja de Nossa Senhora da Conceição, ofereceu a coroa Portuguesa a Nossa Senhora, cocando-a a seus pés proclamou-a Padroeira de Portugal.
O acto da proclamação alargou-se a todo País, como o povo a celebrar, pelas ruas, assim se tornou Nossa Senhora a verdadeira Soberana de Portugal, por isso desde este dia, mais nenhum Rei Português usou a coroa na cabeça, direito que passou a pertencer apenas à Nossa Senhora.Em cerimonias Solenes, a coroa passou a ser colocada em cima de uma almofada, ao lado do Rei. Um
facto extraordinário e único no mundo.
Em 1648 D. João IV mandou cunhar medalhas de ouro e de prata que correram como moeda, em honra da Padroeira de Portugal, tendo no reverso a imagem de Nossa Senhora da Conceição Coroada de sete estrelas sobre o globo e a meia-lua, tendo aos lados o sol, o espelho, a casa de ouro, a arca da aliança, o porto e a fonte selada com a legenda: Tutelaris Rgni. Foi com duas destas moedas em ouro que o Rei pagou, nesse ano, o tributo prometido ao Santuário de Nossa Senhora de Vila Viçosa.
A partir dessa altura é feita todos os anos no dia 8 de Dezembro dia da Imaculada Conceição Padroeira de Portugal uma peregrinação ao Santuário.
O Papa São João Paulo II visitou o Santuário de Vila Viçosa durante a sua primeira visita a Portugal, em 14 de Maio de 1982.
Desde o nosso primeiro Rei D. Afonso Henriques- um grande devoto de Nossa Senhora e que fez várias concessões a Santa Maria Bracarense, como tributo pela ajuda concedida na manutenção do seu território, engrandecimento pela Catedral de Braga elevando-a à categoria de templo nacional passando deste modo, Santa Maria de Braga a Padroeira do Território Portucalense que todos os Reis da I. dinastia praticaram o seu culto, agradecendo-lhe o auxilio prestado para a manutenção da independência do novo reino.
D. Nuno Alvares, Condestável do reino por ser devoto da Virgem Santa Maria, que respondeu às suas preces em Valverde, mandou construir a igreja de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa,e encomendou para o efeito em Inglaterra, a imagem de Nossa Senhora da Conceição.
Quando ingressa no Convento do Carmo em Lisboa como irmão leigo, usa apenas o nome de Frei Nuno Alvares Pereira de Santa Maria.
Mas foi após a Restauração de 1640, com D João IV, que se verifica um grande impulso na devoção à Nossa Senhora da Conceição, por todo o País. No dia 8 de Dezembro Frei João de São Bernadino, ao pregar na Capela Real de Lisboa na presença do Duque de Bragança,termina o sermão com uma solene promessa: Seja assim Senhora, seja assim; eu vos prometo em nome de todo o Reino, que ele agradecido levante um Trepheo a Vossa Imaculada Conceição que vencendo os séculos, seja eterno monumento da Restauração de Portugal.Em 25 de Março de 1646, o Rei D. João IV organizou uma cerimónia solene, em Vila Viçosa, para agradecer a Nossa Senhora a Restauração da independência em relação a Espanha. Foi até à igreja de Nossa Senhora da Conceição, ofereceu a coroa Portuguesa a Nossa Senhora, cocando-a a seus pés proclamou-a Padroeira de Portugal.
O acto da proclamação alargou-se a todo País, como o povo a celebrar, pelas ruas, assim se tornou Nossa Senhora a verdadeira Soberana de Portugal, por isso desde este dia, mais nenhum Rei Português usou a coroa na cabeça, direito que passou a pertencer apenas à Nossa Senhora.Em cerimonias Solenes, a coroa passou a ser colocada em cima de uma almofada, ao lado do Rei. Um
facto extraordinário e único no mundo.
Em 1648 D. João IV mandou cunhar medalhas de ouro e de prata que correram como moeda, em honra da Padroeira de Portugal, tendo no reverso a imagem de Nossa Senhora da Conceição Coroada de sete estrelas sobre o globo e a meia-lua, tendo aos lados o sol, o espelho, a casa de ouro, a arca da aliança, o porto e a fonte selada com a legenda: Tutelaris Rgni. Foi com duas destas moedas em ouro que o Rei pagou, nesse ano, o tributo prometido ao Santuário de Nossa Senhora de Vila Viçosa.
A partir dessa altura é feita todos os anos no dia 8 de Dezembro dia da Imaculada Conceição Padroeira de Portugal uma peregrinação ao Santuário.
O Papa São João Paulo II visitou o Santuário de Vila Viçosa durante a sua primeira visita a Portugal, em 14 de Maio de 1982.
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
CORUJA E O FALCÃO
Certo dia, um homem que estava a orar numa Igreja, levantando os olhos, viu uma coruja junto à janela e reparou que a coruja não se movia, parecendo que se estalava ali. No dia seguinte a coruja lá estava e assim como nos dias que se seguiram. O homem começou a interrogar-se acerca de como teria vindo a coruja parar ali. De tanto a observar, notou que a ave era cega. Até que um dia, viu um falcão entrar na Igreja com algo no bico...Eram algumas minhocas ou algum inseto, que serviam de alimento à coruja. O homem ficou maravilhado. O falcão entrava na Igreja para alimentar a coruja da mesma forma que faria com um dos seus filhotes.
Imediatamente o piedoso do homem começou a louvar o Senhor e a questionar-se sobre a razão de tamanho milagre... Jesus diz que Deus cuida até dos pássaros com um cuidado de um pai. Sentiu enorme consolação ao pensar em um Deus amoroso, que coloca um falcão para cuidar de uma mísera coruja. E interrogou-se: "O que não faria Deus por mim "? Sentia o coração vibrar ao perceber que Deus também cuidava dele com o mesmo carinho com que cuidava daquela ave... No entanto, a sua consolação também lhe trouxe a emoção interior de que Deus lhe revelava algo único.
Refletiu e decidiu vender tudo o que tinha e colocar-se ao único cuidado do Senhor...
Ponderou que era agarrado de mais aos seus bens e que Deus o chamava para viver uma vida de pobre, dependendo unicamente da providência divina, pois ele valeria mais que milhões de corujas.
Então saiu de sua casa,e colocou-se como mendigo na porta da mesma Igreja que costumava frequentar. No entanto, começou a ter dificuldades. As pessoas que o tinham conhecido como rico comerciante, não entendiam qual razão de ele estar agora ali e alguns até achavam que ele tinha enlouquecido; não lhe davam esmolas e ele começou a passar fome.Desolado e entristecido, pensava que Deus o tinha abandonado... Renunciara a tudo para viver da providência de Deus e Deus não aceitou a sua renúncia.
Procurou um sacerdote a quem revelou a sua desolação. O sacerdote perguntou-lhe:
_Voçê tem a certeza que foi Deus quem lhe pediu para viver como mendigo?
_Claro,a experiência com a coruja mostrou-me que Deus cuida de quem precisa, eu não tinha que duvidar! respondeu convicto.
O sacerdote olhou-o serenamente e com muita compaixão perguntou-lhe:
_Voçê tem a certeza de que Deus o chamava a ser coruja?... Não o estaria a chamar para ser falcão???...
É claro que Deus chama-nos para sermos falcões, libertando pessoas, levando amor, consolo e sustento. É claro que Deus nos trata como à coruja, mas chama-nos para sermos como o falcão.
Se um dia decidires assumir o papel de falcão, Deus conduzir-te-á exatamente onde há uma coruja para tu alimentares.
Certo dia, um homem que estava a orar numa Igreja, levantando os olhos, viu uma coruja junto à janela e reparou que a coruja não se movia, parecendo que se estalava ali. No dia seguinte a coruja lá estava e assim como nos dias que se seguiram. O homem começou a interrogar-se acerca de como teria vindo a coruja parar ali. De tanto a observar, notou que a ave era cega. Até que um dia, viu um falcão entrar na Igreja com algo no bico...Eram algumas minhocas ou algum inseto, que serviam de alimento à coruja. O homem ficou maravilhado. O falcão entrava na Igreja para alimentar a coruja da mesma forma que faria com um dos seus filhotes.
Imediatamente o piedoso do homem começou a louvar o Senhor e a questionar-se sobre a razão de tamanho milagre... Jesus diz que Deus cuida até dos pássaros com um cuidado de um pai. Sentiu enorme consolação ao pensar em um Deus amoroso, que coloca um falcão para cuidar de uma mísera coruja. E interrogou-se: "O que não faria Deus por mim "? Sentia o coração vibrar ao perceber que Deus também cuidava dele com o mesmo carinho com que cuidava daquela ave... No entanto, a sua consolação também lhe trouxe a emoção interior de que Deus lhe revelava algo único.
Refletiu e decidiu vender tudo o que tinha e colocar-se ao único cuidado do Senhor...
Ponderou que era agarrado de mais aos seus bens e que Deus o chamava para viver uma vida de pobre, dependendo unicamente da providência divina, pois ele valeria mais que milhões de corujas.
Então saiu de sua casa,e colocou-se como mendigo na porta da mesma Igreja que costumava frequentar. No entanto, começou a ter dificuldades. As pessoas que o tinham conhecido como rico comerciante, não entendiam qual razão de ele estar agora ali e alguns até achavam que ele tinha enlouquecido; não lhe davam esmolas e ele começou a passar fome.Desolado e entristecido, pensava que Deus o tinha abandonado... Renunciara a tudo para viver da providência de Deus e Deus não aceitou a sua renúncia.
Procurou um sacerdote a quem revelou a sua desolação. O sacerdote perguntou-lhe:
_Voçê tem a certeza que foi Deus quem lhe pediu para viver como mendigo?
_Claro,a experiência com a coruja mostrou-me que Deus cuida de quem precisa, eu não tinha que duvidar! respondeu convicto.
O sacerdote olhou-o serenamente e com muita compaixão perguntou-lhe:
_Voçê tem a certeza de que Deus o chamava a ser coruja?... Não o estaria a chamar para ser falcão???...
É claro que Deus chama-nos para sermos falcões, libertando pessoas, levando amor, consolo e sustento. É claro que Deus nos trata como à coruja, mas chama-nos para sermos como o falcão.
Se um dia decidires assumir o papel de falcão, Deus conduzir-te-á exatamente onde há uma coruja para tu alimentares.
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
FRASES DE SÃO JOÃO PAULO II
SOBRE A FAMÍLIA.
1 "Que ninguém espere que a simples ausência de guerra, ainda sendo tão desejada, seja sinónimo de uma verdadeira paz. Não há verdadeira paz se não a que vem acompanhada de equidade, verdade, justiça e solidariedade."
2"A família é a base da sociedade e o lugar onde as pessoas aprendem, pela primeira vez, os valores que os guiarão durante toda a vida."
3" Que os homens aprendam a lutar pela justiça sem violência, renunciando tanto à luta de classes nas controvérsias internas, como às da guerra internacionais"
4"A pior prisão é ter o coração fechado".
5"Para conseguir o bem da paz é necessário afirmar, com consciente lucidez, que a violência é um mal inaceitável."
6 "Os pais têm direito e responsabilidade específicas na educação e formação dos filhos em valores morais".
7"A guerra é sempre uma derrota da humanidade".
8"Quando o homem se pôe como medida de todas as coisas, converte-se em escravo de sua própria finitude!.
9"A violência jamais resolve conflitos, nem sequer diminui suas consequências dramáticas".
10" O futuro da humanidade passa pela família.
((SEMPRE PELA FAMÍLIA.))
SÃO JOÃO PAULO II O PAPA QUE VIVEU ENTRE NÓS.
Karol Wojtyla nasceu em 1920,em Wadowice, Polónia.
Ordenado sacerdote em 1946, concluiu os estudos os estudos em Roma, depois dos quais regressou ao seu país onde exerceu cargos pastorais e universitários. Em 1958, foi nomeado bispo auxiliar de Cracóvia, e em 1964, arcebispo, participando no Concílio Vaticano II, no conclave convocado depois da morte Paulo VI e no sucessivo. Eleito Papa em 16 de Outubro de 1978, com o nome de João Paulo II, distinguiu-se pela extraordinária solicitude apostólica. Morreu em 2 de Abril de 2005 e foi canonizado em Abril de 2014, no Domingo da Misericórdia.
SÃO JOÃO PAULO II CONTINUE A INTERCEDER POR NOSSAS FAMÍLIAS AMÉM
SOBRE A FAMÍLIA.
1 "Que ninguém espere que a simples ausência de guerra, ainda sendo tão desejada, seja sinónimo de uma verdadeira paz. Não há verdadeira paz se não a que vem acompanhada de equidade, verdade, justiça e solidariedade."
2"A família é a base da sociedade e o lugar onde as pessoas aprendem, pela primeira vez, os valores que os guiarão durante toda a vida."
3" Que os homens aprendam a lutar pela justiça sem violência, renunciando tanto à luta de classes nas controvérsias internas, como às da guerra internacionais"
4"A pior prisão é ter o coração fechado".
5"Para conseguir o bem da paz é necessário afirmar, com consciente lucidez, que a violência é um mal inaceitável."
6 "Os pais têm direito e responsabilidade específicas na educação e formação dos filhos em valores morais".
7"A guerra é sempre uma derrota da humanidade".
8"Quando o homem se pôe como medida de todas as coisas, converte-se em escravo de sua própria finitude!.
9"A violência jamais resolve conflitos, nem sequer diminui suas consequências dramáticas".
10" O futuro da humanidade passa pela família.
((SEMPRE PELA FAMÍLIA.))
SÃO JOÃO PAULO II O PAPA QUE VIVEU ENTRE NÓS.
Karol Wojtyla nasceu em 1920,em Wadowice, Polónia.
Ordenado sacerdote em 1946, concluiu os estudos os estudos em Roma, depois dos quais regressou ao seu país onde exerceu cargos pastorais e universitários. Em 1958, foi nomeado bispo auxiliar de Cracóvia, e em 1964, arcebispo, participando no Concílio Vaticano II, no conclave convocado depois da morte Paulo VI e no sucessivo. Eleito Papa em 16 de Outubro de 1978, com o nome de João Paulo II, distinguiu-se pela extraordinária solicitude apostólica. Morreu em 2 de Abril de 2005 e foi canonizado em Abril de 2014, no Domingo da Misericórdia.
SÃO JOÃO PAULO II CONTINUE A INTERCEDER POR NOSSAS FAMÍLIAS AMÉM
sábado, 8 de setembro de 2018
NATIVIDADE DA VIRGEM SANTA MARIA 8 DE SETEMBRO.
No tempo de Jesus, as genealogias continham apenas o nome de homens. Contudo, na genealogia que hoje a palavra de Deus nos oferece aparecem o nome de cinco mulheres, significando que Deus chama quem quer e como quer a colaborar na história da Salvação. cujos nomes vou citar.
Tamar Raabe Rute Bate-Sebá e Maria.
Tamar deve-se a insistência dela para assegurar seus direitos de viúva do filho de Judá, em manter uma descendência a partir de seu sogro.
Raabe, a mulher que murava nos muros da Cidade de Jiricó, acolheu e escondeu os espiões de Josué, quando esses foram enviados àquela cidade para fazer um primeiro reconhecimento.
Rute, a Moabita, é lembrada pela sua fidelidade a sua sogra Noemi, ao lhe declarar:" O teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.
Rute casa-se com Boás e depois será a bisavó do Rei Dvid
A mulher de Urias Bate-Sebá é também citada uma vez que teve sua vida transformada a partir da morte de seu marido, a mando de David. Ela é mãe do Rei Salomão.
Maria a Mãe de Jesus, porque se colocou inteiramente ao serviço de Deus, embora sua gravidez fora do casamento fosse motivo de morte por apedrejamento Ela não temeu,
confiou em Deus e com Ele contribuiu para a encarnação do Salvador da humanidade.
Deus quis servi-Se de Maria, que escutou e acolheu o projecto de Deus na sua vida. Chamada a ser a Mãe do Salvador, foi cumulada de todas as graças necessárias para o cumprimento desta bela missão. Assim o nascimento de Maria foi motivo de esperança para o mundo inteiro, pois anunciava já o de Jesus.
Felicitando a Mãe do Salvador, peçamos a Deus a graça de sermos como Maria, capazes de acolher o seu projecto de amor nas nossas vidas, para sermos colaboradores generosos e alegres na salvação do mundo.
No tempo de Jesus, as genealogias continham apenas o nome de homens. Contudo, na genealogia que hoje a palavra de Deus nos oferece aparecem o nome de cinco mulheres, significando que Deus chama quem quer e como quer a colaborar na história da Salvação. cujos nomes vou citar.
Tamar Raabe Rute Bate-Sebá e Maria.
Tamar deve-se a insistência dela para assegurar seus direitos de viúva do filho de Judá, em manter uma descendência a partir de seu sogro.
Raabe, a mulher que murava nos muros da Cidade de Jiricó, acolheu e escondeu os espiões de Josué, quando esses foram enviados àquela cidade para fazer um primeiro reconhecimento.
Rute, a Moabita, é lembrada pela sua fidelidade a sua sogra Noemi, ao lhe declarar:" O teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.
Rute casa-se com Boás e depois será a bisavó do Rei Dvid
A mulher de Urias Bate-Sebá é também citada uma vez que teve sua vida transformada a partir da morte de seu marido, a mando de David. Ela é mãe do Rei Salomão.
Maria a Mãe de Jesus, porque se colocou inteiramente ao serviço de Deus, embora sua gravidez fora do casamento fosse motivo de morte por apedrejamento Ela não temeu,
confiou em Deus e com Ele contribuiu para a encarnação do Salvador da humanidade.
Deus quis servi-Se de Maria, que escutou e acolheu o projecto de Deus na sua vida. Chamada a ser a Mãe do Salvador, foi cumulada de todas as graças necessárias para o cumprimento desta bela missão. Assim o nascimento de Maria foi motivo de esperança para o mundo inteiro, pois anunciava já o de Jesus.
Felicitando a Mãe do Salvador, peçamos a Deus a graça de sermos como Maria, capazes de acolher o seu projecto de amor nas nossas vidas, para sermos colaboradores generosos e alegres na salvação do mundo.
sábado, 1 de setembro de 2018
O SANTO PADRE FRANCISCO E OS JOVENS.
Setembro mês da palavra, é também o mês em que o Papa nos confia a oração pelos jovens africanos: «para que os jovens do continente africano tenham acesso à educação e ao trabalho no próprio pais», pede.
Durante os últimos meses ou mesmo os últimos anos de refugiados, a Europa está a ser destino de uma grande onda de imigração, recebendo uma multidão proveniente especialmente do continente africano. Não se pode negar que um movimento migratório como este traz consigo uma série de consequenciais, muitas delas negativas.A população que o recebe sente-se invadida, tolhida dos seus direitos, da sua privacidade, da sua tranquilidade, do se bem estar, etc.São tantas as criticas,os comentários negativos, os julgamentos.
A intenção de oração que o Papa Francisco propõe neste mês, alem de nos colocar numa atitude de humildade diante de Deus, pedindo-Lhe que conceda educação e trabalho a milhares de jovens, faz-nos questionar o que está na origem do problema da onda de imigração actual. Faz-nos questionar o porquê de um jovem deixar a sua terra, os seus amigos, as suas famílias, as suas culturas, as coisas de que gosta para se aventurar no desconhecido? O porquê de um jovem ser levado a arriscar a sua própria vida perigosa atravessando todo o Mediterrâneo numa pequena barca; pagando a mafiosos e traficantes para que os ajudem a chegar a uma terra desconhecida que o desprezará, olhando com preconceito e julgara cada uma das suas acções? Porquê?
São tantos os" porquês" que se podem colocar. Mas o Papa ajuda-nos a meditar, dando um caminho de resposta: uma das razões pelas quais estes jovens" migram" é porque eles não têm acesso a direitos humanos básicos como a educação e o trabalho, elementos fundamentais que dão dignidade e valor ao ser humano.
O Papa tem denunciado constantemente os abusos do mercado capitalista, que explora os recursos naturais africanos sem a devida compensação. Denuncia o tráfego de pessoas abusiva, venda de armas e tantos outros problemas que conduzem á miséria em Africa, e normalmente geram conflitos e guerras. Aponta muitas vezes como a Europa se lamenta das consequências da imigração, mas ela própria gera muitos dos problemas dos quais os jovens africanos fogem.
Neste mês de Setembro, estejamos em sintonia com o Papa Francisco. Procuremos conhecer um pouco mais os migrantes que chegaram ao nosso pais, à nossa cidade. Busquemos conhecer projectos ou associações católicas que realizem trabalhos em prol dos jovens africanos e tentemos ajudar no que for possível, mesmo que seja para simplesmente diminuir o preconceito e aumentar o acolhimento. Esta será também uma boa forma de nos preparamos para viver com os bispos o próximo Sinodo sobre os jovens, a fé e o discernimento vocacional.
Setembro mês da palavra, é também o mês em que o Papa nos confia a oração pelos jovens africanos: «para que os jovens do continente africano tenham acesso à educação e ao trabalho no próprio pais», pede.
Durante os últimos meses ou mesmo os últimos anos de refugiados, a Europa está a ser destino de uma grande onda de imigração, recebendo uma multidão proveniente especialmente do continente africano. Não se pode negar que um movimento migratório como este traz consigo uma série de consequenciais, muitas delas negativas.A população que o recebe sente-se invadida, tolhida dos seus direitos, da sua privacidade, da sua tranquilidade, do se bem estar, etc.São tantas as criticas,os comentários negativos, os julgamentos.
A intenção de oração que o Papa Francisco propõe neste mês, alem de nos colocar numa atitude de humildade diante de Deus, pedindo-Lhe que conceda educação e trabalho a milhares de jovens, faz-nos questionar o que está na origem do problema da onda de imigração actual. Faz-nos questionar o porquê de um jovem deixar a sua terra, os seus amigos, as suas famílias, as suas culturas, as coisas de que gosta para se aventurar no desconhecido? O porquê de um jovem ser levado a arriscar a sua própria vida perigosa atravessando todo o Mediterrâneo numa pequena barca; pagando a mafiosos e traficantes para que os ajudem a chegar a uma terra desconhecida que o desprezará, olhando com preconceito e julgara cada uma das suas acções? Porquê?
São tantos os" porquês" que se podem colocar. Mas o Papa ajuda-nos a meditar, dando um caminho de resposta: uma das razões pelas quais estes jovens" migram" é porque eles não têm acesso a direitos humanos básicos como a educação e o trabalho, elementos fundamentais que dão dignidade e valor ao ser humano.
O Papa tem denunciado constantemente os abusos do mercado capitalista, que explora os recursos naturais africanos sem a devida compensação. Denuncia o tráfego de pessoas abusiva, venda de armas e tantos outros problemas que conduzem á miséria em Africa, e normalmente geram conflitos e guerras. Aponta muitas vezes como a Europa se lamenta das consequências da imigração, mas ela própria gera muitos dos problemas dos quais os jovens africanos fogem.
Neste mês de Setembro, estejamos em sintonia com o Papa Francisco. Procuremos conhecer um pouco mais os migrantes que chegaram ao nosso pais, à nossa cidade. Busquemos conhecer projectos ou associações católicas que realizem trabalhos em prol dos jovens africanos e tentemos ajudar no que for possível, mesmo que seja para simplesmente diminuir o preconceito e aumentar o acolhimento. Esta será também uma boa forma de nos preparamos para viver com os bispos o próximo Sinodo sobre os jovens, a fé e o discernimento vocacional.
domingo, 26 de agosto de 2018
O CAMINHO DO ÊXODO.

A igreja nunca esconde as dificuldades de um caminho de fé nem apaga as realidades mais obscuras das suas páginas.
O caminho do Êxodo é tudo menos linear, bem como o caminho dos discípulos nos Evangelhos. Porem, diante das realidades mais tortuosas ou diante das dúvidas mais terríveis, o nosso coração impõe uma resposta. Sabendo a dificuldade que o povo teve de se manter fiel à aliança, Josué exige uma resposta relativamente:
«Longe de nós abandonar-mos o Senhor para servir outros deuses» É uma afirmação corajosa, mas a experiência humana que é uma afirmação tantas vezes falhada.A idolatria , a tentação de endeusar outras realidades apodera-se da forma velada, escondendo-se por detrás de uma religiosidade arcaica e pensar pouco profunda. Basta pensar como para tantos pessoas o cristianismo é mera convenção social, uma questão cultural e de tradição, tantas vezes misturada com a superstição ou uma "crença" demasiada vaga para ser fé autêntica! como não ter outros deuses quando o único Deus tem um lugar e um tempo tão curtos na vida, nos critérios e nas opções das pessoas? Como professar a fé num mundo ditado pelo relativismo que privilegia o livre arbítrio e não procura discernir com os critérios evangélicos? Por tudo isto: Qual o papel de Deus na minha vida?
Creio que hoje nos distanciamos de um regime de cristandade em que ser português significa ser católico, ou em que se nasce naturalmente cristão. O nosso mundo, tantas vezes adverso à proposta e aos valores cristãos, á não aceita facilmente um mundo cristianizado. É porque estamos neste mundo, a Escritura convida-nos a uma convicta e profunda profissão de fé:a reconhecer o que Deus fez e faz por nós e a decidirmos-nos por Ele. Diante dos desafios nem sempre por parte da mensagem evangélica ( já alguns discípulos questionavam: «Estas palavras são duras. Quem pode escuta-las?»).e quando a opção pela desistência e pela resignação se afigura como a via mais acessível, ainda hoje Jesus pergunta: «Também vós quereis ir embora?»É verdade que há desígnios que não compreendemos, desafios difíceis de concretizar, sonhos que nos parecem impossíveis. Ma apesar de tudo, existe alguma alternativa melhor? Conhecemos alguma realidade que apresente um horizonte de eternidade ou conduza mais facilmente à do que a proposta de Jesus? É óbvio que o caminho de Jesus, o caminho da cruz, não é um caminho fácil; mas é seguramente um caminho fiável. Na vida da fé aprendemos que felicidade nem sempre rima com facilidade, e o próprio testemunho de Jesus mostra que a ressurreição não abdica da experiência da morte. É mesmo nessa experiência dramática da vida humana ( a fadiga, o sofrimento a solidão, a amargura ou a morte) que vemos como palavras, de Jesus são «espírito e vida»,transportadoras de uma esperança real e não só teórica. Por isso, cada um de nós deve fazer das palavras de São Pedro as suas:« Para quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna». Convém estarmos conscientes destas palavras e não nos iludirmos pelas
primeiras promessas de felicidade que nos surjam, como sucede com as seitas. A nós não devem «atrair» as ofertas gratuitas de cura ou de bem-estar quase sem esforço aparente, a oferta cristã é uma mensagem que diz respeito a este mundo, mas que aponta essencialmente para um outro. E num mundo carregado de tragédias humanas, é bom saber que na Igreja e em Jesus encontramos estas «palavras de vida eterna» que nos fazem encontrar um sentido pleno para a existência humana.
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
SÃO PIO X, PAPA
São Pio X (José Sarto) nasceu em Riese, Itália, em 1835.
Estudou em Pádua, sendo ordenado sacerdote, em 1884. Participou no Conclave de 1903 que o elegeu Papa, continuando a servir a Igreja como agente de pastoral em quem o povo confiava e se recomendava às suas preces nas situações difíceis. Assumiu como lema do seu pontificado «Renovar todas as coisas em Cristo», que pôs em prática com simplicidade e fortaleza na reforma da liturgia e do direito Canónico. Estimulava os fiéis a intensificar a vida cristã com a participação na Eucaristia, sempre com atenção à dignidade da Liturgia e integridade da doutrina, lutando sem medo contra o modernismo herético. A sua tiara era formada por três coroas: pobreza humildade e bondade. Faleceu em 1914 e foi canonizado e 1954.
São Pio X (José Sarto) nasceu em Riese, Itália, em 1835.
Estudou em Pádua, sendo ordenado sacerdote, em 1884. Participou no Conclave de 1903 que o elegeu Papa, continuando a servir a Igreja como agente de pastoral em quem o povo confiava e se recomendava às suas preces nas situações difíceis. Assumiu como lema do seu pontificado «Renovar todas as coisas em Cristo», que pôs em prática com simplicidade e fortaleza na reforma da liturgia e do direito Canónico. Estimulava os fiéis a intensificar a vida cristã com a participação na Eucaristia, sempre com atenção à dignidade da Liturgia e integridade da doutrina, lutando sem medo contra o modernismo herético. A sua tiara era formada por três coroas: pobreza humildade e bondade. Faleceu em 1914 e foi canonizado e 1954.
(APROVEITAI BEM O TEMPO)
Aproveitai bem o tempo.» Eis o forte apelo que São Paulo nos faz o que parece fazer tanto sentido nos dias de hoje. Num tempo em que o ritmo da vida das pessoas é vertiginoso, em que a pressão social e laboral abafa a necessária dedicação às realidades essenciais da vida, como a família, esta exortação Paulina parece gritar de forma veemente aos homens contemporâneos.Sobretudo, reforça esta necessidade de não apenas nos lastimar-mos pela falta de tempo, que tantas vezes forja uma certa preguiça e negligência relativamente aos compromissos( cristãos e sociais), mas de o aproveitarmos. Acredito que a vivência de cada momento não depende apenas da quantidade mas da qualidade, fazer do pouco tempo que temos de qualidade, bem aproveitado e saboreado. Esse tempo chama-se presente. Observamos pessoas a adiar experiências, possibilidades de encontro( com Deus e com os outros) e até vocações, alegando que ainda não é o momento certo ou não estão reunidas as condições ideais. Porem, esquecemo-nos de que o tempo não volta, e de que a oportunidade que se tem é o momento presente: o passado não regressa e o futuro não se conhece. São Paulo fala, por isso, aos homens de hoje alertando para a necessidade de não desperdiçar o ( pouco) tempo que se tem.
Há que se estar inteiro nas coisas para rentabilizar esses momentos que tantas vezes se anseiam, mas que quando surgem não são vividos com a profundidade necessária. Uma imagem bem sintomática dos dias de hoje é a relação dos pais com os filhos. Quando tantos pais se veem sufocados pelo trabalho e com tão pouco tempo para dedicar aos filhos, como não fazer de um lugar comum, como a refeição, um tempo propício para o encontro e a partilha? quantas famílias fazem desse tempo manuseando o telemóvel ou a ver a televisão se investir nesta relação tão essencial como a família? É preciso que, como refere São Paulo, se procure compreender a vontade do Senhor a este respeito, e perceber como cada um vai gerir o seu tempo para poder viver um equilíbrio integral entre as várias dimensões da sua vida
Aproveitai bem o tempo.» Eis o forte apelo que São Paulo nos faz o que parece fazer tanto sentido nos dias de hoje. Num tempo em que o ritmo da vida das pessoas é vertiginoso, em que a pressão social e laboral abafa a necessária dedicação às realidades essenciais da vida, como a família, esta exortação Paulina parece gritar de forma veemente aos homens contemporâneos.Sobretudo, reforça esta necessidade de não apenas nos lastimar-mos pela falta de tempo, que tantas vezes forja uma certa preguiça e negligência relativamente aos compromissos( cristãos e sociais), mas de o aproveitarmos. Acredito que a vivência de cada momento não depende apenas da quantidade mas da qualidade, fazer do pouco tempo que temos de qualidade, bem aproveitado e saboreado. Esse tempo chama-se presente. Observamos pessoas a adiar experiências, possibilidades de encontro( com Deus e com os outros) e até vocações, alegando que ainda não é o momento certo ou não estão reunidas as condições ideais. Porem, esquecemo-nos de que o tempo não volta, e de que a oportunidade que se tem é o momento presente: o passado não regressa e o futuro não se conhece. São Paulo fala, por isso, aos homens de hoje alertando para a necessidade de não desperdiçar o ( pouco) tempo que se tem.
Há que se estar inteiro nas coisas para rentabilizar esses momentos que tantas vezes se anseiam, mas que quando surgem não são vividos com a profundidade necessária. Uma imagem bem sintomática dos dias de hoje é a relação dos pais com os filhos. Quando tantos pais se veem sufocados pelo trabalho e com tão pouco tempo para dedicar aos filhos, como não fazer de um lugar comum, como a refeição, um tempo propício para o encontro e a partilha? quantas famílias fazem desse tempo manuseando o telemóvel ou a ver a televisão se investir nesta relação tão essencial como a família? É preciso que, como refere São Paulo, se procure compreender a vontade do Senhor a este respeito, e perceber como cada um vai gerir o seu tempo para poder viver um equilíbrio integral entre as várias dimensões da sua vida
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
VIDA DE SÃO LOURENÇO
São Lourenço, natural de Huesca( actual Espanha) era «arquidiácono», isto é, o primeiro dos sete diáconos da Igreja de Roma. Nessa qualidade assistia o Papa nas celebrações litúrgicas e administrava as ofertas, coordenando as obras de caridade da Igreja, que por essa época, prestava assistência a mais de 1500 pobres e viúvas.
No ano 258, o Imperador Romano Valeriano decretou que os bispos, presbíteros e diáconos fossem detidos e executados sem demora e que os seus bens fossem confiscados a favor do erário Imperial. Em 6 de Agosto de 258, o Papa Sisto II foi preso no cemitério de Praetextatus, perto das catacumbas de São Calisto, com quatro dos seus sete diáconos. Cumpriu-se o decreto e no mesmo dia foram decapitados.
Santo Ambrósio, narrando este facto diz-nos que São Lourenço foi ao encontro de São Sisto II, quando ele era conduzido ao suplício, e censurou-o por avançar para o sacrifício sem sua companhia o que nunca antes acontecera. O Bispo anunciou-lhe que o seu combate não tardaria.
Depois, o Prefeito imperial foi deter São Lourenço e sendo conhecedor do cargo que desempenhava, em vez de fazer executar de imediato, deu-lhe o prazo de 3 dias para que entregasse os « tesouros da Igreja» que estaria à sua guarda.
São Lourenço não andava a dormir. Previdentemente tinha ele escondido esses tesouros num lugar a salvo de qualquer saque: tinha-os distribuídos entre os pobres da comunidade cristã.
Assim dia 10 de Agosto, apresentou-se São Lourenço e disse ao Prefeito.
"Aqui tens os tesouros da Igreja! Vem comigo contemplar tantas riquezas!
Os pórticos estão cheias de vasos de ouro; os talentos dispostos ordenadamente brilham junto das paredes, há estojos maravilhosos; há jóias de beleza admirável ". E apontava para o exército de coxos cegos, crianças, pobres e doentes que a Igreja Romana alimentava.
O discurso do Santo, cheio de fé, de caridade e de fina ironia, encheu de indignação o Prefeito: Pagarás este afronta com a morte, queimado a fogo lento em cima de uma Grelha".
A fortaleza heróica do mártir, sujeito ao suplicio do fogo, é uma das páginas mais gloriosas da primitiva Igreja Cristã. Dela dá testemunho Santo Ambrósio: Deste lado já estou assado-diz ele ao verdugo- vira-me do outro lado e come!".
O corpo do Mártir foi sepultado no cemitério de Verano, junto à Vila Tiburtina. Nesse lugar foi edificada a basílica de São Lourenço, uma das sete principais da cidade de Roma.
No dia 10 de Agosto a Paróquia de Ermesinde Concelho de Valongo Distrito do Porto Portugal, celebra-se a festa de São Lourenço.
São Lourenço, natural de Huesca( actual Espanha) era «arquidiácono», isto é, o primeiro dos sete diáconos da Igreja de Roma. Nessa qualidade assistia o Papa nas celebrações litúrgicas e administrava as ofertas, coordenando as obras de caridade da Igreja, que por essa época, prestava assistência a mais de 1500 pobres e viúvas.
No ano 258, o Imperador Romano Valeriano decretou que os bispos, presbíteros e diáconos fossem detidos e executados sem demora e que os seus bens fossem confiscados a favor do erário Imperial. Em 6 de Agosto de 258, o Papa Sisto II foi preso no cemitério de Praetextatus, perto das catacumbas de São Calisto, com quatro dos seus sete diáconos. Cumpriu-se o decreto e no mesmo dia foram decapitados.
Santo Ambrósio, narrando este facto diz-nos que São Lourenço foi ao encontro de São Sisto II, quando ele era conduzido ao suplício, e censurou-o por avançar para o sacrifício sem sua companhia o que nunca antes acontecera. O Bispo anunciou-lhe que o seu combate não tardaria.
Depois, o Prefeito imperial foi deter São Lourenço e sendo conhecedor do cargo que desempenhava, em vez de fazer executar de imediato, deu-lhe o prazo de 3 dias para que entregasse os « tesouros da Igreja» que estaria à sua guarda.
São Lourenço não andava a dormir. Previdentemente tinha ele escondido esses tesouros num lugar a salvo de qualquer saque: tinha-os distribuídos entre os pobres da comunidade cristã.
Assim dia 10 de Agosto, apresentou-se São Lourenço e disse ao Prefeito.
"Aqui tens os tesouros da Igreja! Vem comigo contemplar tantas riquezas!
Os pórticos estão cheias de vasos de ouro; os talentos dispostos ordenadamente brilham junto das paredes, há estojos maravilhosos; há jóias de beleza admirável ". E apontava para o exército de coxos cegos, crianças, pobres e doentes que a Igreja Romana alimentava.
O discurso do Santo, cheio de fé, de caridade e de fina ironia, encheu de indignação o Prefeito: Pagarás este afronta com a morte, queimado a fogo lento em cima de uma Grelha".
A fortaleza heróica do mártir, sujeito ao suplicio do fogo, é uma das páginas mais gloriosas da primitiva Igreja Cristã. Dela dá testemunho Santo Ambrósio: Deste lado já estou assado-diz ele ao verdugo- vira-me do outro lado e come!".
O corpo do Mártir foi sepultado no cemitério de Verano, junto à Vila Tiburtina. Nesse lugar foi edificada a basílica de São Lourenço, uma das sete principais da cidade de Roma.
No dia 10 de Agosto a Paróquia de Ermesinde Concelho de Valongo Distrito do Porto Portugal, celebra-se a festa de São Lourenço.
sábado, 4 de agosto de 2018
4 DE AGOSTO DIA DE SÃO JOÃO MARIA VIANNEY PRESBÍTERO

Nasceu em Lião França, no ano 1786,. Foi nomeado pároco de Ars, diocese de Blley, em 1819, onde permaneceu 42 anos a paroquiar a pequena Aldeia, transformando-a completamente, graças à sua bondade, à pregação da palavra de Deus, ao seu espírito de oração e à sua caridade. Revelou especiais qualidades na administração do Sacramento da Penitência e na direcção espiritual. Para lá acorriam fiéis de todas as partes, a fim de escutar os seus conselhos. Faleceu em 1859,e foi canonizado por Pio XI em 1925.
Que ele Patrono dos padres interceda a Deus Pai, por todos os Párocos de todo o mundo para que eles consigam orientar os seus paroquianos e toda a humanidade cansada e desorientada, que como ele, diante de Jesus Eucarístico aprendam a viver ao ritmo da sua palavra de cada dia. ORAÇÃO Ó Pai, pela Vossa misericórdia São João Maria Vianney anunciou as insondáveis riquezas de Cristo concedei-nos, por sua intercessão, crescer no Vosso conhecimento e viver na Vossa presença segundo o Evangelho frutificando em boas obras. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
quinta-feira, 26 de julho de 2018
O PORQUÊ DE DIA 26 DE JULHO SER O DIA DOS AVÓS?
Dona Aninhas era como todos conheciam a portuguesa, Ana Elisa do Couto (1926-2007) em Penafiel, cidade de 15 mil habitantes na região do Porto, Portugal. E se hoje ela tem uma placa afixada em praça publica na terra natal dela, não é sem motivo. Foi por causa dela, avó de quatro netos que o dia 26 de Julho se tornou reconhecido como Dia Dos Avós em Portugal- data também celebrada no Brasil.
Nos anos 1980, porque ela ela achava que ninguém dava valor merecido aos avós, decidiu se tornar uma missionária da causa.
Dona Aninhas esteve no Brasil França, Estados Unidos, Alemanha, África do Sul, Espanha Angola Suíça e Canadá, sempre defendendo que se comemorasse o dia dos Avós. E data escolhida tinha um forte motivo! Dia 26 de Julho e quando a Igreja Católica celebra a festa de São Joaquim e Santa Ana, pais de Maria e Avós de Jesus.
SANTA ANA E SÃO JOAQUIM ROGAI AO VOSSO DIVINO NETO JESUS, POR TODOS OS AVÓS DO MUNDO. AMÉM.
Dona Aninhas era como todos conheciam a portuguesa, Ana Elisa do Couto (1926-2007) em Penafiel, cidade de 15 mil habitantes na região do Porto, Portugal. E se hoje ela tem uma placa afixada em praça publica na terra natal dela, não é sem motivo. Foi por causa dela, avó de quatro netos que o dia 26 de Julho se tornou reconhecido como Dia Dos Avós em Portugal- data também celebrada no Brasil.
Nos anos 1980, porque ela ela achava que ninguém dava valor merecido aos avós, decidiu se tornar uma missionária da causa.
Dona Aninhas esteve no Brasil França, Estados Unidos, Alemanha, África do Sul, Espanha Angola Suíça e Canadá, sempre defendendo que se comemorasse o dia dos Avós. E data escolhida tinha um forte motivo! Dia 26 de Julho e quando a Igreja Católica celebra a festa de São Joaquim e Santa Ana, pais de Maria e Avós de Jesus.
SANTA ANA E SÃO JOAQUIM ROGAI AO VOSSO DIVINO NETO JESUS, POR TODOS OS AVÓS DO MUNDO. AMÉM.
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